Vídeo chocante de um assaltante agonizando até a morte, após tiros em assalto à loja

Um vídeo chocante chegou à redação do Bocão News nesta terça-feira (28) em que um homem não identificado agoniza até a morte, após levar tiros depois de cometer assalto a uma loja de celulares. O fato ocorreu neste sábado (25), no centro de Itabuna. As imagens são extremamente fortes e chocantes e por esse motivo tiveram que ser alteradas e desfocadas.

De acordo com informações de fontes ligadas ao Bocão News, o homem que aparece no vídeo cometeu o assalto ao estabelecimento localizado na Rua Benigno de Azevedo e em seguida correu até a Rua Firmino Alves, onde um comparsa o esperava a bordo de uma motocicleta. As informações ainda dão conta de que, no momento da fuga, um policial com trajes civis deu voz de prisão à dupla, quando um dos suspeitos reagiu atirando contra o policial, que revidou e atingiu o acusado na cabeça. O homem agonizou até a morte.

Enquanto o homem agoniza, populares o condenam e comemoram a morte do acusado. O outro suspeito também foi baleado, mas conseguiu fugir. Ele deu entrada no Hospital de Base de Itabuna e a polícia levanta informações sobre o caso.(Bocão News)
Veja o vídeo abaixo:
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2 comentários:

  1. Para quem tem a solução debaixo do braço, a História é para os fracos. Para quem tem pena de quem não merece pena. Pela lógica dos comentaristas profissionais de portais, a ação dos justiceiros está legitimada quando a “pena” que tolera o crime é eliminada. Se a moda pega, não vai ter mão para amarrar nem desamarrar uns aos outros: uns farão justiça contra quem rouba carteiras; outros, contra quem desejar a mulher do próximo; outros, contra quem compra ou vende produto pirata; outros, contra suborno ao guarda para fugir da multa; outros, contra quem aceitar propinas; outros, contra quem faz vistas grossas sobre a venda ou consumo do crack nas grandes cidades. Se a lei não existe, tudo é permitido, e o Brasil se transformaria, assim, em uma grande Itaguaí - com o perdão, novamente, a Machado de Assis, que criou a cidade onde todos os habitantes, de diferentes graus de insanidade, foram parar no hospício até que não sobrasse ninguém nas ruas no conto O Alienista.

    Em algum momento da vida, todos passariam pelo educativo processo de purificação dos pecados: seriam açoitados em praça pública até refletir sobre os próprios atos, e não sobre a própria fome. Ficariam amarrados, inclusive, os que tem pena de quem não teve pena de quem não tem pena.

    Nossa sede de justiça seria, assim, parte da paisagem sem precisar levar ninguém para casa. Estaria exposta e à vista de todos, como a desfaçatez de quem perdeu a vergonha de relinchar em horário nobre.

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  2. Neste país, negros e brancos cometem exatamente os mesmos crimes, mas uns são maioria nas cadeias e outros, nas faculdades. Os segundos, não importam as atrocidades cometidas nas vidas pública ou privadas, serão chamados de cidadãos de bem; os primeiros terão sorte se não forem degolados. Mas, de acordo com o relato do senso comum dos almoços de domingo, os primeiros estão no paraíso, o "paraíso dos bandidos do país da impunidade"; os segundos, no inferno. De vez em quando, suas carteiras são surrupiadas, e a Terceira Guerra será proclamada. Os primeiros, quando pegos, são enquadrados na lei que o segundo grupo finge desconhecer. Se tiverem sorte. Se não, ouvirão gritos, tapa na cara de policial, de delegado, da vítima, será amarrado em postes ou vai mofar na cadeia até que alguém, com pena ou não da sua situação, lembre de vez em quando que uma vida vale mais que um iPod roubado. Ou uma carteira velha de cartões desbloqueados.

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