Homem cai em cima de mangueira de ar e infla como um balão

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Agora imagine que você está lendo notícias e de repente se depara com essa: ‘homem cai sentado bem em cima de uma mangueira de ar comprimido, e vai enchendo como se fosse um balão?’. Na hora você ia dizer: ‘isso é invenção de algum site de humor’, ‘é claro que isso é piada’.
Não é.

O caminhoneiro Steven Mccormack vive na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, pertinho da Austrália. Steven estava na plataforma entre a cabine e a carroceria do caminhão dele, quando escorregou e bateu em um dos cilindros de ar do sistema de freios. A mangueira perfurou a nádega de Steven e ficou presa. Ele caiu no chão e começou a ser inflado. O amigo conta que via Steven ficar cada vez mais nervoso e inchado. É que a situação impedia qualquer movimento da vitima. "Era como estar debaixo d'água sem conseguir voltar à superfície", diz ele.

“Nós conhecemos isso como enfisema subcutâneo. A perfuração atingiu a camada abaixo do tecido subcutâneo, que é a gordura que nós conhecemos. Fica abaixo da pele, anterior ao músculo, que é uma estrutura mais rígida e separou essas duas estruturas”, explica o cirurgião Ricardo Lima.

O ar correu pelo corpo, abrindo espaço entre a gordura e a musculatura. Os órgãos foram apertados, e a pele, esticada.

“Podemos fazer uma analogia com uma luva. É pele, gordura e músculo. O ar-comprimido
entrou pelo tubo fechado”, demonstra o médico.

O cilindro preso no corpo de Steven soltava o ar em uma pressão capaz de estourar uma câmara de pneu.

O amigo conta conta que, quando ele e outros dois caminhoneiros conseguiram fechar a saída de ar, o cilindro estava pela metade. Será que Steven correu risco de explodir?

“Já há procedimento em cirurgia plástica em que se coloca expansores, e a pele aumenta de 5 a 15 centímetros, mas lentamente. Com uma velocidade dessa e contínua, se não tivesse sido interrompido a tempo pelos colegas, ele ia explodir. Imaginamos que ele correu o risco de rasgar totalmente a pele, ultrapassando a capacidade dessa pele se distender”, diz o médico.

Depois de fechado o cilindro, veio a segunda parte da agonia do caminhoneiro. Os amigos não conseguiram retirar a mangueira do corpo de Steven. "Estava presa como um anzol", diz Robbie.

Foi quando Steven pensou que ia morrer. "Se eles não correrem, eu não vou aguentar", relembra.

Paramédicos levaram uma hora para chegar ao local. Steven conta que puseram um respirador no nariz dele, mas que o oxigênio não descia direito para os pulmões.

Levado a um hospital, ele só voltou a respirar bem com uma sonda introduzida no pulmão.

“Ele deu sorte. Fico imaginando se o ar com essa pressão tivesse entrado em alguma cavidade mais grave, como tórax ou abdome. Aí, seria fatal para ele”, constata o médico.

Steven levou três dias para voltar ao tamanho normal. Como? O ar tinha que sair de alguma maneira.

"Eu comecei a fazer aquelas coisas que não se fazem quando tem gente em volta", revela. Mas se sai bem: "Naquelas circunstâncias, todos entenderam".

O vídeo desta reportagem não pode ser exibido por questões contratuais. Link da Matéira no Fantástico: fantastico.globo.com

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